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Filmes vistos (e revistos) recentemente

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BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS (ETERNAL SUNSHINE OF THE SPOTLESS MIND, 2004)

Dir.: Michel Gondry

Atriz favorita: Kate Winslet; Meu filme de sempre: Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças;



Nota: 10

CASABLANCA (1942)

Dir.: Michael Curtiz

Um clássico, com certeza.



Nota: 10

CHINATOWN (1976)

Dir.: Roman Polanski

Roteiro brilhante e direção brilhante e atuações brilhantes, filme brilhante.



Nota: 10

O CÓDIGO DA VINCI (THE DA VINCI CODE, 2006)

Dir.: Ron Howard

Crítica já publicada.

Nota: 8

CONTATOS IMEDIATOS DE TERCEIRO GRAU (CLOSE ENCOUNTERS OF THE THIRD KIND, 1977)

Dir.: Steven Spielberg

Pasmen, o filme não recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme.

Nota: 9,5

O ENIGMA DA PIRÂMIDE (YOUNG SHERLOCK HOLMES, 1985)

Dir.: Barry Levingston

Um filme bem legal.

Nota: 8

O EXPRESSO DE MARRAKESH (HIDEOUS KINKY, 1998)

Dir.: Gillies MacKinnon 

O roteiro é uma droga.

Nota: 5,5

O JARDINEIRO FIEL (THE CONSTANT GARDNER, 2005)

Dir.: Fernando Meirelles

Fernando Meirelles ainda vai ganhar uma estatueta dourada.

Nota: 9,5

A LULA E A BALEIA (THE SQUID AND THE WHALE, 2005)

Dir.: Noah Baumbach

Não fora bem concluído e é inevitável o gostinho de "quero mais".

Nota: 7

MEU AMOR DE VERÃO (MY SUMMER OF LOVE, 2005)

Dir.: Pawel Pawlikowski

Filho mais novo do excelente Almas Gêmeas. Se sai bem, aliás.

Nota: 8,5

MOULIN ROUGE: AMOR EM VERMELHO (MOULIN ROUGE, 2001)

Dir.: Buzz Luhrman

É difícil engolir a vitória de Uma Mente Brilhante sobre ele no Oscar.

Nota: 10

PLATAFORMA DO MEDO (CREEP, 2004)

Dir.: Christopher Smith

Desastroso, mas traz alguns elementos interessantes.

Nota: 4,5

V DE VINGANÇA (V FOR VENDETTA, 2006)

Dir.: James McTeigue

É tão bom assistir filmes como esse.

Nota: 9

X-MEN: O CONFRONTO FINAL (X-MEN: THE LAST STAND, 2006)

Dir.: Brett Ratner

Crítica já publicada.

Nota: 8

Sobre: BUENOS AIRES 100 KM (BUENOS AIRES 100 KILÓMETROS, 2004)

Dir.: Pablo José Meza

Muito bom. Traz algumas cenas pouco inspiradas, mas o elenco salva a maioria delas.

Nota: 8

Então é isso, daqui a 15 dias tem mais.



Escrito por Diego Rodrigues às 21h51
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X-Men: O Confronto Final (X-Men: The Last Stand, 2006)

Dirigido por Brett Ratner. Com: Hugh Jackman, Halle Berry, Ian McKellen, Kelsey Grammer, Patrick Stewart, Famke Jannsen, Anna Paquin, Shawn Ashmore, Ellen Page, Rebecca Romijn, Vinnie Jones, James Marsden, Aaron Stanford, Ben Foster, Dania Ramirez, Daniel Cudmore, Michael Murphy, Shohreh Aghdashloo, Cameron Bright, Kea Wong, Bill Duke, R. Lee Ermey, Anthony Heald, Josef Sommer.

 

 

 

Sempre que um filme muito elogiado – no caso do primeiro X-Men – uma continuação é sempre temida por todos, principalmente pelos críticos e fãs adoidados dos heróis. Mas e não é que o diretor Bryan Singer – responsável pelos dois primeiros filmes dos mutantes – conseguiu a façanha da continuação superar o segundo? Já estava tudo acertado, teríamos um terceiro, a segunda parte deixou bem claro isso. Já tinha tudo preparado, quando o diretor acabou deixando o projeto para se entregar a Superman – O Retorno – que promete – e no seu lugar fora contratado Brett Ratner. Daí vieram os protestos dos fãs, a discordância de alguns críticos e o medo invadiu a população. Ratner havia feito apenas um filme que merece grande destaque, que seria Dragão Vermelho, porém havia mostrado seu timing cômico em Hora do Rush – o que não seria muito útil em um filme de ação, de grande sucesso, seria?

 

Para o nosso alívio, Ratner conseguiu capturar um pouco da essência de Synger e fez um bom trabalho em X-Men: O Confronto Final. Apenas um bom trabalho. Dirigiu bem, faltou um pouco mais de emoção em algumas batalhas, como por exemplo, a de Pyro e Bobby, uma das lutas na qual eu esperava muito, eles ficaram se jogando os poderes que eles têm e deu, um dá a cabeça e encerra a luta. Fora que nem podemos ter a chance dever um diálogo construtivo entre ambos, os vemos e parece que eles sempre foram inimigos, quando na verdade eram bastante amigos, para quem lembra da segunda parte do X-Men, claro. Embora a guerra entre mutantes e humanos não decepciona muito. Também há algumas brigas durante o filme, mas quase sempre é Wolverine contra todo mundo e vencendo a maioria, a melhor luta que ele participa é com certeza a da briga com o mutante que lança espinhos nele.

 

É lamentável que o roteiro explore tão pouco elementos que seriam muito, mas muito interessantes. O Anjo, personagem de Ben Foster, é praticamente que mostrado por obrigação, parece que é só para entendermos a origem da cura. Mas, se o roteiro o explorasse sairia dali um mutante muito, mas muito interessante.A personagem de Halle Berry, Tempestade, tem um destaque maior do que os outros filmes, mas ainda assim ela merecia aparecer mais na tela. E o que falar da Vampira? O drama dela é esquecido por todo o filme – há apenas algumas cenas, diga-se de passagem, muito poucas. Só a vemos com ciúmes de Bobby e ela desaparece pois apareceu a cura dos mutantes, assunto deste terceiro filme, e ela quer ver se funciona pois não agüenta mais não tocar nas pessoas. Pronto, essa é a história dela. Uma boa história que faltou ser explorada pelo roteiro.

 

Porém, apesar de todas as falhas, X-Men: O Confronto Final merece todos os aplausos, afinal a dinâmica entre os demais personagens é excelente. Magneto é, de longe, o mais interessante desta terceira parte, ao lado de Jean Grey, que consegue criar uma vilã inesquecível da saga dos mutantes. Não podemos esquecer de Wolverine, com seu jeito solitário e ao todo estilo Sawyer, nem se preocupa muito com os outros. Também temos Ellen Page interpretando Kitty enquanto de resto, temos o sempre interessante Charles Xavier, papel de Patrick Stewart. Um dos mutantes que me chamou bastante a atenção fora o Fera, interpretado por Kelsey Grammer, foi uma boa surpresa. Faltou, claro, o Noturno, que era um dos meus favoritos na segunda parte. Seu sumiço foi uma idéia inexplicável, pois eu acho que ele faria muita coisa por aqui de útil – na verdade, acho que ele lutaria bem e só, mas é uma importância.

 

Bom mesmo foi perceber que a entrada de tantos mutantes – temos o Fanático, a Kitty, o Homem Múltiplo, o Fera, a Fênix – ou Jean Grey... – não atrapalhou em nada no roteiro, as falhas já foram ditas lá em cima e nada tem a ver com a entrada desses novos personagens, o que apenas enfatizou mais o filme. Além disso, todo o elenco conseguiu se empenhar e fazer o melhor em seus papéis, o que realmente já é um mérito da equipe. Fora a parte técnica, o som, a edição – que ás vezes, abrupta demais, normal em filmes como esse – e também os efeitos visuais, em perfeito estado. Não pode ser dito muito da trilha, que parece ter se perdido totalmente, nas cenas em que o Anjo aparecia, eles colocavam uma música que parecia aqueles seriados antigos, onde um super-herói “voava” por aí. Ou aquelas músicas de vídeo-game quando passamos de uma fase. Mas de resto, a técnica é ótima.

 

Sem trair a complexidade dos primeiros filmes dirigidos por Singer, O Confronto Final segue a mesma linha, claro, um pouco mais incompleto, porém há uma cena no final que pode abrir o caminho para um quarto. Na minha opinião, o filme foi encerrado grandiosamente, mas nas mãos do verdadeiro diretor, Bryan Singer, o final poderia ser mais aproveitável.

 

 [8,0]

 

O Código da Vinci passou de 8,5 para 8 em minha cotação



Escrito por Diego Rodrigues às 21h41
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